Posts Tagged ‘do outro blog’

04/04/2010

Domingo, Maio 03, 2009

Saudades,

Bem muitas…

04/04/2010

abre a janela, vem ver como é lindo o luar (*)

Era como se fosse uma flor. Uma florzinha dessas de mato, de pétalas delicadas, que se desfazem com o primeiro vento. Por isso, coloquei sobre ela um copo de vidro. Um copo como uma redoma. Para que não se desmanchasse num sopro. Estava melhor, mas ainda parecia frágil. Bastava uma pedra. Uma pedrinha de nada. Pequena que fosse. Mesmo de longe. Se bem atirada, daria fim a tudo de uma vez só, flor e copo. Por isso, cuidadosa, colhi pelo caminho pedrinhas de todos os jeitos. Mais que limpar a estrada, queria, com elas, construir uma barreira. Foi muito fácil. Num instante, aprendi a colar todos aqueles pedacinhos de rocha, fragmento com fragmento. Fiz um muro maior que o necessário. Só uma enchente poderia derrubar. Contra água? Fosso. Cavei bem fundo. E desviei um rio. Depois, comportas. Assim, controlaria a água e evitaria também as formigas. Sem falar nos outros insetos. Pronto. Toda delicadeza será preservada. Inalcançável. Em algum lugar, pode ser que ainda doa. Pode ser que tenha medo. Mas ela não vai demonstrar. É uma florzinha tão protegida, que até parece forte. Ninguém nem imagina que, talvez, possa machucá-la. E tem mais. Não dá pra ver se ela chorar. É uma rocha, a florzinha. Menina-prodígio. Pena que, daqui, não consiga vê-la mais.

(*) é que essa música (na versão de fernanda takai) não sai da minha cabeça… por falta de título…

04/04/2010
Sexta-feira, Abril 03, 2009

à luz da janela

Abriu os olhos devagar para não assustar o sol, que ainda dormia. Deixou a cama aos poucos, admirando aquela claridade que lhe saía pelos poros, uma felicidade que se expandia por dentro, cada milímetro, mas chegava serena e doce ao seu sorriso. O mundo lhe parecia mais calmo. A agenda, eternamente adiada, agora não fazia barulho. O quarto estava todo fora do lugar, mas a bagunça, desta vez, lhe abraçava acolhedora e confortavelmente. Deitou-se outra vez. Perdeu a hora. Adormeceu de novo. O barulho da rua embalava seus sonhos.

às dianas
:) 

04/04/2010
Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009

9.fevereiro.2009

porque houve o tempo de espera. é como um filho. a gente aguarda enquanto ele se forma. a gente torce para que seja tudo bem. mas saber, exatamente, a gente não sabe. por isso, se adianta o que é possível. e, enquanto se espera, se acostuma. pensa. adia. planeja. reza. e espera. por mais que a gente queira, a gente ainda não sabe. mas é no tempo que as coisas ainda não são que a gente descobre. porque o mundo, ah, o mundo, ele é cheio de sinais. ele nos diz coisas de nós mesmos que desconhecíamos. e nos dá mais de nós, quando acreditamos que tudo havíamos perdido. e assim, contraditoriamente, meio de repende ao longo do tempo, acreditamos que poderemos construir um mundo novo. igual e diferente. é como se dar um presente. e quando você menos espera, chegou a hora. saber, a gente ainda não sabe. mas pensa. adia. planeja. reza. e sonha um pouquinho.

04/04/2010
Segunda-feira, Fevereiro 02, 2009

a meu Deus um canto novo

primeiro veio a vontade a descobrir as paredes. ora pintadas, hoje desnudas. mais vivas do que nunca. nunca pálidas.
depois, o desejo de mover todas as coisas que pareciam imutáveis. e fui assim arrastando móveis de lugar.
precisei então ocupar os espaços vazios. aí, vieram os quadros.
começo agora a cobrir com novas cores o que jazia gasto, roto, sujo e quase sem vida.
por fim, careço de verde. em breve, folhas.
os dias vão arrastando aos poucos todas as coisas para um outro lugar.
um lugar novo.
hoje, eu estou em daqui a quinze dias.

04/04/2010
Quinta-feira, Janeiro 29, 2009

branco neve

e fui retirando cada prego tosco do caminho. desenrugando os nós. alisando as quinas. aplainando as imperfeições. tudo branco. branco neve. branco zero. até doer nos olhos. e eu, que sempre fui uma moça de cores, saí desbotando todas elas. arrancando a pele. às vezes, fechar as feridas também dói. porque tem horas que você se apega a elas. mas fui assim nessa estrada que tenta voltar ao lugar nenhum. onde as coisas não eram ainda. assim como se fosse possível um pouco de nada para ver e para pensar. amanhã, eu começo a colocar os quadros de volta às paredes.

ps: dida, só porque tu pedistes, tá?
beijo!

04/04/2010
Segunda-feira, Junho 23, 2008

e aí, eu pensei, o tempo de lua cheia chegou…

04/04/2010
Quinta-feira, Junho 19, 2008

ao meio dia clareia a luz do sol

porque essa sombra é uma pontinha de tristeza atrapalhando o seu sorriso. eu posso ver daqui. e nos seus olhos, que procuram o chão quando você escuta aquelas declarações de amor dos filminhos da sessão da tarde. ah, menina, desde quando você tem vergonha dos romances alheios? desde quando os poemas lhe parecem roubados? mas eu entendo. isso é porque você, agora, só lê os livros de matemática. sua infelicidade é como uma mentirinha. não adianta esconder, ela pinta seu rosto aos poucos, como um sarampo que dá quando a febre abaixa. e enquanto você lamenta, eu estou aqui, parado na beira do mar, esperando a lua sair lá de dentro, pra colocar ela num saco e levar de presente. mas você não vai ver quando eu chegar aí, todo cansado, meio mareado, cheio de felicidade, para te entregar. porque você sempre dorme na melhor parte da novela. e a lua cheia, você sabe, não dura nem pra sempre. e é porque você sempre dorme, que você está sempre esperando a próxima. assim essa lua nunca chega, menina. ande logo, acorde, vá… porque desse jeito o dia já vai nascer… e eu vou ter que deixar a minha lua aqui na sua porta e sair pra trabalhar sem te ver.

04/04/2010

Sexta-feira, Maio 16, 2008

“Desde esse dia, em hora incerta, volta essa angústia extrema, e, se não conto a história horrível, o coração me queima.”

citação copiada da oficina de brennand, mas esqueci de anotar o autor =p

31/03/2010

Sexta-feira, Maio 16, 2008

Quando você tiver medo de sonhar, só lhe restarão pesadelos. Você construirá com eles fortalezas, muros, fossos e calabouços. Vai cobrir com o breu da noite masmorras pavorosas, trancar-se nelas e perder as chaves. Rezará todas as madrugadas, para que o dia nunca chegue, maldirá o sol e temerá o futuro como à morte. Vai tatuar no corpo páginas de calendários antigos, frases já ditas, pensamentos e desejos que morrerão consigo. Quando você tiver medo de sonhar, acordará louca e, de sua boca amarga, escorrerá veneno. Tudo em você serão presságios. O mundo lhe fechará as portas e as suas horas escorrerão vazias. Quando você tiver medo de sonhar, eu pedirei aos céus para que não acorde.

31/03/2010

Segunda-feira, Maio 12, 2008

Há coisas que são da ordem da dor. Não interessa o que você faça, o quanto mude, sua capacidade de racionalizar, sua perspectiva de fazer diferente. Meses vão passar, os dias vão nascer cada vez mais bonitos, os caminhos serão melhores. Não importa. Em algum lugar, certas coisas vão doer para sempre. Não se trata de mágoa, raiva guardada, rancor. É apenas dor. Às vezes, elas anunciam. Começam a doer ainda antes. Às vezes elas se guardam. Latejam só quando chove. Ou em noites de lua cheia. É como bala alojada que inflama no inverno. Dor de dente no frio. Ressaca de manhã cedo. Em algum lugar, certas coisas vão doer sempre. Mesmo que tudo passe. Mesmo que o mundo gire. Mesmo que você morra. Algumas coisas vão doer para sempre.

29/03/2010
Quarta-feira, Abril 30, 2008

esse e-mail é para a moura

que insiste em desaparecer
tu não vai pra tamandaré
e a gente vai sentir saudade de você

eu só queria saber mesmo
é como você está?
se já está trabalhando
ou tá deitada no sofá

eu queria também te falar
que esse banzo não tem nada a ver
se tu tá com algum problema
ou resolve ou manda se fuder

eu quero de volta a minha moura
a minha moura que sorri comigo
porque no mundo a coisa mais linda
é sorrir com quem é amigo.

e ainda rima, vê!

(de diana meira para mim, a moura.
porque as dianas são foda!
também te amo muitão, dida!
porque existe um sol em alguma
direção quando se tem amigos
assim feito tu! mil beijos)

29/03/2010

Segunda-feira, Abril 14, 2008

vê que lindo

“os cachos dos teus cabelos
são anéis para os meus dedos.
se eu te vejo, eu tenho pressa
se eu te tenho, eu tenho medo”

com os cumprimentos a geórgia alves

29/03/2010
não é nada disso

GAS.TU.RA
Acepções
■ substantivo feminino
Derivação: por extensão de sentido. Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
sensação de vazio ou de bolo no estômago
Regionalismo: Nordeste do Brasil.
sensação de mal-estar físico que causa náuseas, arrepios etc., pelas mais diversas razões (atrito de objetos, visão de coisa desagradável etc.)
Ex.: a professora arranhou o giz no quadro, e veio a g. na hora
Regionalismo: Nordeste do Brasil.
desejo de mulher grávida; antojo
Derivação: sentido figurado. Regionalismo: Nordeste do Brasil.
irritação nervosa, impaciência ou aflição

ou é?

29/03/2010
Quarta-feira, Abril 02, 2008

ouça um bom conselho
que eu lhe dou de graça
inútil dormir que a dor não passa

deve ser por isso que a insônia não me deixa mais…
sem paciência para ela, na boa

29/03/2010
Quinta-feira, Março 27, 2008
to do list
cansada pra caralho

freela número 1 – tabela, apresentação.
freela número 2 – entrevista, entrevista, texto.
ligar para produtoras – cobrar projetos, orçamentos, etc.
cobrar empenho.
ligar para empresas, passar dados do empenho, solicitar notas.
marcar entrevistas, desmarcar entrevistas, dar retorno.
preparar reunião no palácio.
ir à reunião no palácio.
ir à reunião na ati.
ir à reunião na casa civil.
clipping – 10 a 28 de março.
discutir projeto com maria.
escrever projeto com maria.
apresentar projeto.
pagar contas atrasadas.
pagar contas não atrasadas.
pagar contas.
pagar contas.
pagar contas.
pagar despachante.
ligar para despachante.
pegar livros com simone.
ler os livros.
ler artigo.
levar os meninos na escola.
pegar os meninos na escola.
levar os meninos no cppl.
levar os meninos pra casa.
levar os meninos na escola.
pegar os meninos na escola.
levar davi na fono.
levar davi pra casa.
levar os meninos na escola.
pegar os meninos na escola.
escrever no blog.
ler os blogs alheios…
alguém viu a palavra cerveja em algum lugar?

29/03/2010
Segunda-feira, Março 24, 2008

que dia é hoje?
eu gosto demais de samba para gostar de bossa nova.
eu gosto demais de blues para gostar de jazz.
isso é tudo que eu tenho a dizer agora.
isso diz muito de mim.

29/03/2010

um dia, ainda vou escrever um livro infantil
beeeeem infantil

uma fortaleza por fora. castelo de areia por dentro. poderia abrigar o mundo, mas poucos conheceriam sua delicadeza. paredes finamente polidas, tijolos desenhados com gravetos, um fosso de mentirinha e as mais altas torres de brincadeira que alguém já viu. era ali que ela morava desde sempre. desenhava janelas para a princesinha que vivia lá dentro. não conhecia quase nada no mundo, tomava banho de sol e sonhava com príncipes em cavalos alados. alguém que fosse capaz de lhe adivinhar os desejos. suco de maracujá gelado no verão. leite com chocolate quente no inverno. assim sem mistério. enquanto ele não vinha, ela brincava de proteger o seu castelo do vento. passava os dias na praia, à espera de uma garrafa que lhe trouxesse uma carta, uma mensagem, um sinal… e as noites a olhar para o céu, aguardando o príncipe e contando as estrelas.

27/03/2010

Quinta-feira, Janeiro 03, 2008

2.janeiro.2008

eu ainda não sei se entendi direito. às vezes a gente passa por essa vida sem se dar conta. tinha os olhos mais brilhantes que já conheci. sorriso delicado. uma barba enorme escondia um rosto de menino. inteligente como poucos. brilhante. e às vezes rabugento. precisava de ajuda, mas abraçava como se pudesse salvar o mundo. foi ele quem me deu a minha música de presente, e fotinhas de ‘a dupla vida de veronique’, e os melhores baldes de sorvete – que eu só olhava enquanto ele tomava –, e os melhores diálogos de ‘era uma vez na américa’, e as melhores discussões sobre ‘lavoura arcaica’. tinha um gosto bonitinho para mulheres. elogiava pequenas imperfeições como se fossem jóias escondidas. belezas inusitadas que só ele conseguia ver. escrevia como mais ninguém. engolia palavras, invertia ordens. me deixava assim uma leitora perdida, tateando surpresas no meio das frases. era capaz de coisas incríveis. “irritado. cais de santa rita até espinheiro. a pé. dois reais no bolso. táxi não. assaltado ainda. porque eu não tenho uma cate blanchett de calcinha comendo chocolate?” algumas vezes, tentei. noutras, me omiti. hoje, eu sinto uma saudade imensa dos olhinhos. hoje é tarde demais. eu queria pedir desculpas. eu gostava muito dele. muito. às vezes a gente passa por essa vida sem se dar conta.

27/03/2010

Terça-feira, Dezembro 11, 2007

por hoje é só

* eu prometi e ainda vou escrever sobre o sertão. estou absolutamente sem tempo.
* a viagem mexeu muito comigo. o que significa que realmente precisarei de tempo para organizar as idéias.
* eu realmente não gosto da versão do bocão. prefiro marianne.
* é isso, pessoal.

ps mag, vou mandar e-mail pra tu que estou sumida.

27/03/2010

Terça-feira, Dezembro 11, 2007

por hoje é só

* eu prometi e ainda vou escrever sobre o sertão. estou absolutamente sem tempo.
* a viagem mexeu muito comigo. o que significa que realmente precisarei de tempo para organizar as idéias.
* eu realmente não gosto da versão do bocão. prefiro marianne.
* é isso, pessoal.

ps mag, vou mandar e-mail pra tu que estou sumida.

27/03/2010

Sábado, Dezembro 01, 2007

afogados da ingazeira, salgueiro, belém do são francisco

uma vez, eu estava no msn com ricardo e ele me mandou esta música (dos rolling stones, cantada por marianne faithful – é assim?)
nunca alguém me entendeu tão rápido. me lembro da canção todas as vezes que volto para o sertão. sempre.
quando eu voltar, conto como foi a viagem. vocês não fazem a mínima idéia de como essa viagem está mexendo comigo.

RUBY TUESDAY
(Jagger/Richards)

She would never say where she came from
Yesterday don’t matter if it’s gone
While the sun is bright
Or in the darkest night
No one knows
She comes and goes

Goodbye, Ruby Tuesday
Who could hang a name on you?
When you change with every new day
Still I’m gonna miss you…

Don’t question why she needs to be so free
She’ll tell you it’s the only way to be
She just can’t be chained
To a life where nothing’s gained
And nothing’s lost
At such a cost

There’s no time to lose, I heard her say
Catch your dreams before they slip away
Dying all the time
Lose your dreams
And you will lose your mind.
Ain’t life unkind?

Goodbye, Ruby Tuesday
Who could hang a name on you?
When you change with every new day
Still I’m gonna miss you…

27/03/2010

Quarta-feira, Setembro 19, 2007

the gentlest feeling
talvez fosse a luz, sabe? sentia quando ela passava por si, embora desaparecesse quando tentava capturá-la com os olhos. talvez precisasse dela mais do que poderia imaginar. talvez tenha-lhe seguido o rastro sem perceber. em pouco tempo, estava ali, alimentando-se dos fios de azul que embaralham a sua visão visão. talvez tenha sido medo, essa história de não ver direito. talvez pensasse que nunca. talvez ela brilhasse mais porque não era palpável. talvez por isso agiu sem pensar. vai ver que saber, soubesse, mas era mais um jogo de impossibilidades. então ela decidiu ir. e foi. fez mais do que deveria. bateu, pediu, implorou… logo, uma música soava aos seus ouvidos e preenchia todos os vagos que ela achava que tinha. até o dia em foi tocada pela luz. sim, ela existia. sim, era verdade. suas fantasias mais distantes, tudo verdade. um mundo que brilhava bem diante dos seus olhos. mas, antes disso, ela voltou. agora vaga sem saber quando. de tempos em tempos, sente a luz novamente e, por um breve momento, ela ainda sonha.

27/03/2010

Sexta-feira, Setembro 14, 2007

to get use
acostumou-se com pouco, a menina. sabia como era, já. a ausência, os silêncios, os minutos que não se têm. e as horas. dias, às vezes. tinha descoberto a felicidade nas pequenas coisas. bordava delicadas declarações de amor para si mesma embaixo do travesseiro. lia sempre uma antes de dormir. e puxava fitinhas dos biscoitos da sorte que não comia, para saber das alegrias da manhã seguinte. fazia planos para longe. praga para daqui a cinco anos. uma casa com quintal e duas árvores e três cachorros e quatro filhos. dez anos. escrever um livro de contar histórias. quinze anos. era um mundo inteiro pra conhecer, ainda e antes. e ela esperava. entendia. às vezes doía. às vezes angústia. às vezes medo. mas quase sempre tranquila. é que ela sabia, já, como era. acostumou-se, por assim dizer, a menina.

27/03/2010

Terça-feira, Setembro 11, 2007

procurar apartamento pode ser uma coisa divertida

GEDEÃO PONTES V2443 – Saint Victor, padrão Gabriel Bacelar,3suites, sala 2amb, sala home theacher,2 vagaslivres, Preço Abaixo da Tabela,200mil.IMPERDÍVEL 3426.1199 9103.9743. CRECI6614

excelente – 2 quartos, suite, edf. Reynaldo Câmara, Av. Santos Drummont, andar alto, apenas 110.000,00. 9962-6806.

ps: quem souber de algum apartamento de dois quartos para vender, nos aflitos ou arredores, e que seja baratinho, por favor, me avise. por “arredores” eu entendo uma coisa beeeeem ampla. ;)

27/03/2010

Sexta-feira, Setembro 07, 2007

dando a real…

aí davi olha a foto: eu, grávida dele, brincando com dante (bem pequeno)

– mamãe, quem é esse brincando com você?
– é dante. você estava aqui na minha barriga…
– eu não gosto dessa foto de você gordinha.
– mas davi, era você na minha barriga… eu estava grávida…
– você estava gorda… eu não gosto de você gordinha…

:)

27/03/2010

Segunda-feira, Setembro 03, 2007

via aérea
é que eu tenho perdido muita coisa pro aeroporto ultimamente, sabe?
aí, quando eu acho que tô superando o fato…

27/03/2010

Segunda-feira, Setembro 03, 2007

via aérea
é que eu tenho perdido muita coisa pro aeroporto ultimamente, sabe?
aí, quando eu acho que tô superando o fato…