dia zero, ano algum

e como se todas as coisas tivessem sido tragadas para lugar nenhum, restou apenas um enorme vazio. Lento, denso, pesado, difícil de arrastar. ela se deixou ficar ali olhando, imaginando tudo o que teria que fazer, novamente, para repovoar de coisas aquele nada que silenciosamente se erguia a sua volta. então chorou. delicadamente. lágrimas que nasciam vivas e quentes brotaram de seus olhos sem parar. para depois morrer no decorrer da face.

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Uma resposta to “dia zero, ano algum”

  1. Artur Says:

    Artur curtiu Rubrobonina.

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