Quarta-feira, Outubro 27, 2004

era assim como se nunca. olhar no espelho e não se ver. pela janela, abismo. do beijo, saudade. do doce, passado. dos olhos, ternura. um ponto vazio e ainda por cima distante. começou a escrever uma longa carta. doía uma dor inconsolável. mas era tão baixinho que caía para dentro. ah, sofrer sem fazer alarde é um exercício de auto-piedade. deixa então eu me despedir? essa era a primeira vez na sua vida que gostaria de pular a parte da depedida. mas há depedida pior que um encontro casual depois de anos sem dizer adeus?

comentários:

Gravatar Filhotinha de Clarice Lispetor…isso
é que eu chamo de viagem sensorial…valeu como uma dose de vodka,aliás, uma bela dose…


Gravatar Triste, mas tão lindo…
:*


Gravatar Alguém disse que a felicidade não dá bons poemas… será? Seus textos (os que li aqui) são quase sempre tão tristes e, “et pour cause”, lindos.
Obrigada por sua visita (a primeira que recebi!)
Um abraço.
(Meu outro blog, mais antigo: http://www.kli.zip.net)


Gravatar ai, kliz, eu acho que a beleza é que é meio triste. sei não :)

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